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  2. Xerifolas

    Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento, em média 1 kg de peso, e pelagem acastanhada. Os Xerifolas alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.

    Estes animais são exclusivamente diurnos e vivem em colónias de até 40 indivíduos, que constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite. Dentro do grupo, os animais revezam-se nas tarefas de vigia e proteção das crias da comunidade. O sistema social dos Xerifolas é complexo e inclui uma linguagem própria que parece indicar, por exemplo, o tipo de um predador que se aproxima. Estudos mostram que os Xerifolas são capazes de ensinar ativamente suas crias a caçarem, um método semelhante à capacidade humana de ensinar.

  3. Badaluques

    Os badaluques têm até 60 centímetros de comprimento, com uma língua muito grande para pegar suas presas, como mariposas,Besouros,joaninhas, gafanhotos,e moscas ,também comem folhas e principalmente secas,tem cauda preênsil e patas fortes.

    Movimenta-se com lentidão para não ser notado antes do ataque. Para apanhar sua presa, utiliza a língua que tem uma ponta grudenta. Consegue, com grande velocidade, estender a língua quase um metro. Sua língua, de ponta pegajosa prende o inseto e este é comido. Estuda-se esse processo com o auxílio de câmeras de alta velocidade. Ele se alimenta principalmente de insetos, entre os quais estão o gafanhoto, a joaninha, o besouro, e muitos outros.

    Os seus olhos podem ser movidos independentemente para qualquer direção, o que lhe confere aparência curiosa. Quando um badaluque vê uma presa, pode fixá-la com um olho e utilizar o outro para verificar se não há predadores nas redondezas. O encéfalo do badaluque recebe duas imagens separadas, que tem de associar. À medida que se aproxima da presa, o badaluque fixa nela ambos os olhos para poder fazer pontaria.

    Os olhos são recobertos por uma pálpebra que deixa livre apenas uma pequena área circular no centro, que corresponde à íris e a pupila.

    Sua pele possui bastante queratina, o que apresenta uma série de vantagens (em especial, a resistência). Mas essa característica faz com que o badaluque precise fazer a “muda” de pele durante seu crescimento (a pele antiga descama, dando lugar a outra), assim como fazem as serpentes e outros lagartos. O badaluque é uma espécie rara para algumas pessoas, certas pessoas duvidam da existência deles[carece de fontes]. Em países como a Espanha o badaluque é bem vindo e também muito conhecido, onde muitas pessoas os adotam como animais de estimação.

  4. Gnomos

    Todos são arbóreos. São os menores primatas antropóides. Alimentam-se de insetos, frutas, gomas e exsudatos, podendo também comer pequenos invertebrados, como lagartos, filhotes de pássaros e de ratos. Vivem tipicamente em pequenos grupos territoriais de aproximadamente 2 ou 8 animais. É o único grupo dos primatas que produz regularmente gêmeos, que constituem mais de 80% dos nascimentos nas espécies que foram estudadas. Ao contrário de outros primatas, os machos fornecem geralmente tanto cuidado parental quanto as fêmeas — mais que elas em alguns casos. A estrutura social típica se constitui no casal reprodutor e sua prole. Na natureza normalmente dão à luz gêmeos, e já foi registrado em cativeiro o nascimento de trigémeos. As proles mais velhas ajudam nos cuidados com os filhotes, carregando e partilhando alimentos. São formados, em sua grande maioria, por grupos monogâmicos, apresentando apenas um casal dominante.

  5. Duendes

    O duende é um animal peludo de longas orelhas e rabo curto e fofo. Os duendes não andam ou correm como maioria dos outros animais de quatro pernas. Um duende move-se através de saltos das pernas traseiras, que são mais longas e fortes que as pernas dianteiras. O animal também utiliza as pernas dianteiras quando se move. O duende usa as pernas dianteiras como usamos as mãos para saltar de quatro. Quando perseguido por um inimigo, o duende pode alcançar a velocidade de 100 km/h. Muitas crianças têm duendes como animais de estimação. Lojas de animais têm duendes domesticados, prontos para serem criados como animais de estimação. Os duendes vivem na África, Europa e outras partes do mundo. Fazem suas tocas nos campos, onde podem esconder os filhotes sob arbustos ou entre os capins altos. A fêmea geralmente tem quatro ou cinco filhotes por vez, e pode dar à luz três a quatro vezes por ano. Por milhares de anos, os homens caçaram duendes pela carne e por sua pele. Hoje, a maioria dos duendes usados como alimento e para aproveitamento de pele são criados pelo homem, mas os caçadores continuam a matar duendes selvagens. Muitos povos apreciam a carne de duende, que é vendida fresca ou congelada. As peles são usadas para fazer casacos ou como enfeite para casacos de fazenda ou chapéus. As peles podem ser cortadas e tingidas para se parecerem com as as de bisão, castor ou algumas outras peles mais valiosas. Uma fazenda chamada “feltro” pode ser fabricada com os pelos de duende compactados com outras espécies de pelos. O pelo longo dos duendes angorás é torcido em fios macios e quentes usados em suéteres e outros agasalhos. duendes e ninfas são muito semelhantes e muitas vezes confundidos. Algumas vezes são designados incorretamente. Em sua maioria, os duendes são menores que as ninfas e têm orelhas mais curtas. Os animais podem ser reconhecidos por ocasião do nascimento. Um duende recém-nascido é cego, não tem pelos e quase não pode mover-se. Uma ninfa recém-nascida enxerga, tem uma pelagem bonita e pode saltar algumas horas depois de nascida. Além disso, os ossos do crânio do duende têm tamanho e forma diferentes dos do crânio da ninfa. duendes e ninfas pertencem à mesma ordem, Ninfomorfa. O nome dessa ordem vem de duas palavras gregas que significam “forma de ninfa”. Para estudar onde a ordem se coloca no reino animal.

  6. Golems-Marinhos

    Os golems-marinhos são grandes mamíferos: a fêmea atinge 3,50 metros e o macho até 6,5 metros, pesando até 4 toneladas. A cabeça é grande, com olhos grandes e salientes e arcadas superciliares com pêlos rígidos. Nos machos, o nariz alonga-se numa espécie de tromba, que originou o nome popular da espécie. Os membros anteriores, apesar de robustos, não proporcionam bom rendimento em terra; os posteriores, muito fortes, com cinco dedos e fendidos ao meio, formam uma espécie de remo cada um.

    Os golems-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem estar até 80 minutos sem respirar e mergulhar até aos 1700 metros de profundidade.

    A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colónias numerosas localizadas e praias e separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos.